Mostrando postagens com marcador Desabafo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desabafo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de março de 2015

Não existe amor em SP?

Já fiz um post falando um pouco sobre São Paulo e como ele conquistou uma parte do meu coração. Era um dos meus primeiros meses morando na cidade, então escrevi o que pensava naquele momento. Ainda não mudei de opinião, continuo gostando da oportunidade que a cidade grande nos dá para conhecer um pouquinho de tudo - e ter um pouco de tudo! 

São Paulo nos dá o contraste e reflexão todos os dias! Você só precisa observar um pouco. Vá algum dia na Paulista e observe por 5 minutos. São grandes prédios, várias pessoas vestindo seus ternos caros, e ao mesmo tempo, também temos os moradores de rua. Cada um interpreta como quiser. Várias pessoas gostam de falar que São Paulo é para todos, que temos pessoas de todo o mundo em um só lugar, é tipo coração de mãe. Mas também podemos levar todo esse contraste para o lado melancólico. Ver esse contraste tão absurdo chega a ser meio triste. 

Pra mim as pessoas que moram em São Paulo são meio solitárias (ou muito egoístas). Nós só ligamos para o NOSSO atraso, para o NOSSO trabalho, para a NOSSA vida. Que se dane os outros! Eu tô no metrô, eu tô atrasado e eu vou entrar nesse vagão nem que seja pra ficar por cima das pessoas. As vezes eu realmente acho que alguns pensam desse jeito. As pessoas não tem muito limite para o egoísmo. Isso não é só aqui, claro, temos isso no mundo inteiro. Mas São Paulo é correria, é estresse, e também é o melhor lugar pra praticar a paciência. Por incrível que pareça, sinto que me tornei uma pessoa mais paciente depois que me mudei pra cá. Mas são poucas as pessoas que não são "contaminadas" por essa poluição negativa. 

Eu gosto muito de morar aqui em São Paulo e poder usufruir tudo o que a cidade me proporciona. Museus, shows, arquitetura, vários eventos culturais, etc. Mas sou do interior, já vim com essa bagagem de calmaria, é natural. O que acho legal é que me acostumei bem com a cidade e ela me trás muita inspiração! Assim como São Paulo, eu vivo em um constante contraste! Passo boa parte da semana na correria e no final de semana volto para o interior, aos domingos abraço árvores e piso descalça na grama pra renovar as energias. Tento viver em equilíbrio, acho que esse é o "segredo", precisamos ter uma balança na vida. Minha conclusão: Se você sobrevive à São Paulo sem ser "contaminada", você vive em qualquer lugar!

A verdade é que a paz tem que vir de você (paz interior)! Não é só em uma ilha isolada que você tem um tempo tranquilo. Isso - como tudo nessa vida - depende de você! Se você for uma pessoa positiva e que procura todos os dias por paz, ela chegará para você em qualquer lugar do mundo! Medite, foque nas coisas boas, procure sempre evoluir, faça sempre o seu melhor (tanto para você, quanto para as pessoas ao seu redor), ajude ao próximo, tenha calma! Não há nada que demore mais do que ficar contando os ponteiros do relógio, então pare de contar os minutos e olhe para frente. 

Em meio ao caos precisamos de um pouco de vida!

Ps: o título do post é da música do Criolo, mas não me baseei na letra da música para escrever esse post. Até concordo com muita coisa que ele cita. Como eu disse, cada um vê e interpreta o contraste de São Paulo como quiser, acho que ele partiu pra esse lado melancólico da cidade. De qualquer forma, vale a pena ouvir a música (ela é muito boa!).

Sinta-se livra para comentar! Beijos de luz e fiquem na paz =)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Um desabafo sobre a Geração Y

Com as redes sociais nós nos acostumamos a querer mostrar nossas opiniões e felicidades/frustrações a todo momento! Será que isso é certo saudável? Eu não acho que seja. 


Cheguei em São Paulo no domingo e vi que havia esquecido o  meu carregador do celular na minha cidade, na hora bateu aquele desespero. Como assim vou ficar sem o meu celular a semana inteira? Como vou conseguir comer um Crepe de Nutella e não fotografar para postar no Instagram e falar para a minha irmã (que ama Crepe) o quão delicioso e enjoativo é aquilo? Aí, sentada no meio do caos que é a Paulista, comendo o meu crepe, pensei: Por que eu preciso fotografar isso? Está na minha memória (e no meu estômago). Eu não preciso de uma foto para mostrar para minha irmã que eu comi o Crepe, é só eu falar para ela - e melhor! Descreve-lo! Com isso percebi como nós nos acostumamos a tirar fotos de tudo ao nosso redor (culpa do Instagram!). Percebi também como perdemos a tão maravilhosa arte de nos comunicar, de descrever as coisas do jeito que nossos olhos vêem. Está tudo na nossa mente! 

Eu amo fotografia, admiro muito, tiro fotos de tudo endoidada! Mas tudo tem um limite. O celular substitui muitas coisas (a tecnologia em si). Sim, quebra um puta de um galho ter um celular moderno com todos esses mequetrefes que facilitam a nossa vida. Mas com isso nós vamos nos esquecendo da moda antiga, por exemplo: tentar se localizar e chegar a algum lugar com um Mapa de papel! Tecnologia falha, uma hora precisaremos voltar aos nossos antigos hábitos e teremos esquecido. Quem já não esqueceu de algumas coisas, né? Essa facilidade toda está apressando as pessoas, fazendo expor coisas da nossa vida que muitas vezes não é preciso, nos deixando preguiçosos e ao mesmo tempo ágeis - não conseguindo esperar se quer a mensagem enviar em um tempo mais lento. Temos que usar a tecnologia a nosso favor e não abusar dela ou deixá-la nos ultrapassar! Quem nunca passou pela situação de estar em um restaurante com os amigos e todos - TODOS - estarem com o celular na mão? Quem nunca foi uma dessas pessoas com o celular na mão? Tudo tem seu tempo. Para aproveitar o momento, a natureza, os amigos, o amor, e todas essas coisas boas nós não precisamos da tecnologia (nossos avós não tinham isso e eram mais felizes, lembra-se?). Então, deixe o eu celular de lado por um momento e aproveite o que está na sua frente!

Deixo aqui uma matéria mostrando como a internet e alguns gadgets substituíram alguns hábitos antigos: (Clique aqui para ler!) 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Desabafos de Segunda-feira

Fonte: do meu Pinterest!
Percebi que sou uma pessoa 8 ou 80. Ou não quero fazer nada e a frase "Nada melhor do que não fazer nada" me define, ou eu quero fazer tudo! Mas, tipo, fazer tudo de uma vez, sabe? Temos tempo, somos jovens, e todo esse blábláblá do Renato Russo. Mas tenho muito medo de o tempo passar e eu me arrepender de não ter feito certa coisa. Eu gosto de muitas coisas, então inevitavelmente não conseguiria ficar parada fazendo apenas 1 coisa, né. Pra quem não sabe: tô cursando Rádio e TV. Tô adorando, sinto que fiz a escolha certa! Porém, a cada dia que passa eu sinto essa necessidade de explorar mais esses meus outros gostos. Queria começar um curso de teatro (por diversão mesmo, não para atuar na área), também queria fazer um curso de francês porque sempre achei lindo (isso provavelmente eu vou começar ainda esse ano!), quero fazer algum curso de cinema, também gostaria de fazer artes plásticas, e ahhhhh!  Várias outras coisas que eu gostaria de explorar. Porque pra mim essa é a verdade: não consigo me ver fazendo exatamente a mesma coisa para o resto da minha vida, sabe? Quero ter a oportunidade de conhecer um pouco de tudo. Juro que não consigo entender como alguém consegue atuar na mesma área por sei lá quantos anos. Mesmo amando muito a profissão, sei lá... Sempre fui para o lado de humanas, na verdade, mais para o lado das artes mesmo, onde é tudo muito abrangente, muito poético, muito isso e aquilo. 

Quero viajar o mundo, conhecer culturas diferentes, costumes diferentes. Nada abre mais a mente do que viajar e perceber como somos formiguinhas nesse mundão gigante! Quando falam que temos tempo, bom, isso é verdade. Mas se olharmos 1 minuto para o lado, o tempo já passa e a gente se perde no caminho. Vou continuar aqui, tentando me organizar na minha vida desorganizada e acelerada que eu mesma crio a cada dia que passa.  Boa sorte para vocês que desfrutam dessa mesma dificuldade que a minha: querer o mundo!